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Unsteady

"real life was something happening in her peripheral vision"

Unsteady

"real life was something happening in her peripheral vision"

"Ask A Polyamorous Person"

Setembro 07, 2016

Por coincidência, na sequência de uma conversa que puxava o assunto "relações abertas", abri o youtube e este foi o primeiro vídeo (está legendado em inglês!) que me apareceu na parte sugeridos. Abri, vi, fechei e continuo com a minha opinião, que não vai contra a quem adota este estilo de vida, nem a favor. Resumidamente, consiste em uma relação em que se tem vários parceiros e é consensual entre todos, não é visto como um problema para nenhum dos participantes (desta maneira até parece que estou a falar de uma orgia... Não é nada disso). 

 

Porém, e é mencionado também no vídeo, há pessoas que não sabem a distinção entre ser polyamorous e ser um autêntico traidor. E é aqui que entram as desculpas "temos necessidades", "tentações constantes", "o parceiro que está ao nosso lado não deixa de ser o mais especial", que para mim não justificam envolvermo-nos com outra pessoa, quando estamos a tentar assumir uma relação estável. E o que vejo cada vez mais hoje em dia é, num casal, haver um a adotar esse estilo de vida sem consentimento do outro e acharem na sua humilde necessidade de envolvimento sexual (incontrolável!!!) que é algo aceitável e desculpável, porque afinal, como já disse acima e volto a repetir "temos necessidades" e "querida, não deixas de ser a mais especial por me ter envolvido sexualmente com outra pessoa!". 

Não entendo o desejo carnal incontrolável e eu sou uma jovem normal como todas e todos os outros, com os meus desejos e as minhas necessidades. Eu talvez seja demasiado narrow-minded, mas escolhi uma relação a dois e confio cada vez menos no respeito da minha escolha. 

 

Volto a mencionar, não sou contra quando o fazem em consenso com o parceiro. Mas sejamos honestos, é isso que anda por ai? Eu cá vejo pessoas a aceitarem um bom "par de cornos" (desculpem-me a expressão) porque ainda não aprenderam a ter amor próprio e porque realmente acreditam que não deixam de ser as mais especiais. Ora bolas, que conversa de treta.

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